Entre a punção
e o sangue jorrado,
entre a lágrima
e o peito dilacerado,
entre as cinzas
e a Fênix renascida,
estou eu:
morte e vida
efemera e eterna.
o que sou?
perguntas inutilmente ao nada
e o nada traduz o silênciode um olhar vazio...
Terça-feira, Fevereiro 09, 2010
Domingo, Fevereiro 07, 2010
O FARAÓ E A ESFINGE
MEUS OLHOS SÃO FARÓIS
PERDIDOS NO CAIS
DE UMA ILHA.
NAUFRAGA É MINHA ALMA
PERDIDA NA AUSÊNCIA DE PAZ
TRAGO RAIOS E TROVÕES
SOU MAREMOTO
TRAGO LAVAS E VULCÕES
SOU TERREMOTO
NEM SEMPRE SORRIO ASSIM,
ÁS VEZES ENGANO ATÉ A MIM...
E ATRAVESSANDO AS ÁGUAS TURVAS
NAS MADRUGADAS INSONES
DESAFIO-TE COMO A PIRÂMIDE:
"DECIFRA-ME OU DEVORO-TE"
DEVORO-TE COM SEDE FELINA,
DESAFIO-TE COMO ULISSES A POSEIDON
A NAVEGAR POR MINHAS CIDADES
MITOLÓGICAS,
A ENFRENTAR CRIATURAS FANTASTICAS
QUE HABITAM MINHA ESSÊNCIA,
DESAFIO-TE COM MINHA SEXUALIDADE UTÓPICA
A UM DUELO DE HONRA...
REAGES COM CORAGEM
ME ENCARAS
NINGUÉM DESVENDOU MEUS ENIGMAS
TODOS ME DESCREVEM DE FORMA OBSOLETA
E TU, TALVEZ, ME COMPREENDA...
POR ISSO, POSSO TE AMAR
PERDIDOS NO CAIS
DE UMA ILHA.
NAUFRAGA É MINHA ALMA
PERDIDA NA AUSÊNCIA DE PAZ
TRAGO RAIOS E TROVÕES
SOU MAREMOTO
TRAGO LAVAS E VULCÕES
SOU TERREMOTO
NEM SEMPRE SORRIO ASSIM,
ÁS VEZES ENGANO ATÉ A MIM...
E ATRAVESSANDO AS ÁGUAS TURVAS
NAS MADRUGADAS INSONES
DESAFIO-TE COMO A PIRÂMIDE:
"DECIFRA-ME OU DEVORO-TE"
DEVORO-TE COM SEDE FELINA,
DESAFIO-TE COMO ULISSES A POSEIDON
A NAVEGAR POR MINHAS CIDADES
MITOLÓGICAS,
A ENFRENTAR CRIATURAS FANTASTICAS
QUE HABITAM MINHA ESSÊNCIA,
DESAFIO-TE COM MINHA SEXUALIDADE UTÓPICA
A UM DUELO DE HONRA...
REAGES COM CORAGEM
ME ENCARAS
NINGUÉM DESVENDOU MEUS ENIGMAS
TODOS ME DESCREVEM DE FORMA OBSOLETA
E TU, TALVEZ, ME COMPREENDA...
POR ISSO, POSSO TE AMAR
PORTÃO
Em minha janela,
canta uma cotovia
fingindo ser ela
quem eu amei um dia
num reflexo fatal
no refluxo final
eu perdida.
Passos na casa vazia,
escuridão...
Eu atenta
em vigilia
ouço o vento
batendo o portão
e pensamentos agitando-se
nos galhos de árvores
que arranham as paredes
perdidas entre tempo e espaço.
Qual meu tempo?
Qual meu espaço?
A areia da ampulheta corre
mais depressa que meus pés.
Não consigo estancá-la
com meus pequenos dedos.
A areia corre, cobrindo
meu corpo devasso de inquietação
e num violento sopro da natureza,
o portao se fecha
pra nunca mais se abrir...
(Mesmo sabendo
que tudo tem reticências)
canta uma cotovia
fingindo ser ela
quem eu amei um dia
num reflexo fatal
no refluxo final
eu perdida.
Passos na casa vazia,
escuridão...
Eu atenta
em vigilia
ouço o vento
batendo o portão
e pensamentos agitando-se
nos galhos de árvores
que arranham as paredes
perdidas entre tempo e espaço.
Qual meu tempo?
Qual meu espaço?
A areia da ampulheta corre
mais depressa que meus pés.
Não consigo estancá-la
com meus pequenos dedos.
A areia corre, cobrindo
meu corpo devasso de inquietação
e num violento sopro da natureza,
o portao se fecha
pra nunca mais se abrir...
(Mesmo sabendo
que tudo tem reticências)
Segunda-feira, Janeiro 25, 2010
Não
Não quero ouvir mais histórias
nem ver você bailando ao som de Jobim
Não quero braceletes de ouro
nem ter que arrastar as correntes que estão em mim
Não quero fotografar paisagens
nem fingir um sorriso triste e sem fim
Não quero viver esta vida
nem suplicar pela morte assim
nem ver você bailando ao som de Jobim
Não quero braceletes de ouro
nem ter que arrastar as correntes que estão em mim
Não quero fotografar paisagens
nem fingir um sorriso triste e sem fim
Não quero viver esta vida
nem suplicar pela morte assim
Espuma Branca
olha pela janela
tua alma
travessa
através dos dias
teu corpo
menino
pulando fronteira
e teu pobre coração
festeja
tua morte
purpura
com uma taça
de vinho
entre
os dedos
invisíveis
indivisíveis
tua alma
travessa
através dos dias
teu corpo
menino
pulando fronteira
e teu pobre coração
festeja
tua morte
purpura
com uma taça
de vinho
entre
os dedos
invisíveis
indivisíveis
Pés, mãos e poesia
Meus pés nus e cansados
construíram, ao longo
do deserto, um caminho
vazio.
Minhas mãos ásperas
e rudes moldaram, no decorrer
do trajeto, esculturas
ocas.
Trago os olhos anuviados
pelo excesso de luz
Trago a boca desgrenhada
pela crueza amarga da vida
Nestas horas
infinitamente quentes...
Nestas noites
eternamente frias...
Neste perigoso jogo:
viver
Sobrevivo
Sem sonhos
Sem nexos
Sem poesia
construíram, ao longo
do deserto, um caminho
vazio.
Minhas mãos ásperas
e rudes moldaram, no decorrer
do trajeto, esculturas
ocas.
Trago os olhos anuviados
pelo excesso de luz
Trago a boca desgrenhada
pela crueza amarga da vida
Nestas horas
infinitamente quentes...
Nestas noites
eternamente frias...
Neste perigoso jogo:
viver
Sobrevivo
Sem sonhos
Sem nexos
Sem poesia
Domingo, Janeiro 17, 2010
Recomeço
Por quantas vidas você passa
e em quantas permanece?
Vejo a vida cíclica girando,
completando sua trajetória, me angustio...
Seremos nada além de histórias que se repetem?
Fadados ao esquecimento?
Quem sente saudades
de quem sente saudades
de quem sente saudades?
Curvados, como pontos de interrogação,
Maquiagens passamos,
passamos cremes e,
colocamos fios por sob a pele, como os de fantoches...
Mesmo assim, o tempo passa. Avassalador...
E quando acredito que nada faz sentido,
Quando me pergunto o que vale a pena,
Enfio, inconformada, as mãos ao fundo da alma;
tiro de alguns de seus infinitos bolsos, pequenas lembranças...
E elas são tão leves, que flutuam.
Pairam, como pequenas borboletas coloridas,
bailando levemente em frente aos meus olhos emocionados.
Tento, com a ponta dos dedos, tocar as lembranças,
mas elas se esvaem docemente
deixando o cheiro de saudades.
Então, outras se formam, se entrelaçam,
se completam
Enquanto eu pacifico observador, me encanto.
E descubro, de repente, o sentido
de toda a vida,
de toda morte...
e em quantas permanece?
Vejo a vida cíclica girando,
completando sua trajetória, me angustio...
Seremos nada além de histórias que se repetem?
Fadados ao esquecimento?
Quem sente saudades
de quem sente saudades
de quem sente saudades?
Curvados, como pontos de interrogação,
Maquiagens passamos,
passamos cremes e,
colocamos fios por sob a pele, como os de fantoches...
Mesmo assim, o tempo passa. Avassalador...
E quando acredito que nada faz sentido,
Quando me pergunto o que vale a pena,
Enfio, inconformada, as mãos ao fundo da alma;
tiro de alguns de seus infinitos bolsos, pequenas lembranças...
E elas são tão leves, que flutuam.
Pairam, como pequenas borboletas coloridas,
bailando levemente em frente aos meus olhos emocionados.
Tento, com a ponta dos dedos, tocar as lembranças,
mas elas se esvaem docemente
deixando o cheiro de saudades.
Então, outras se formam, se entrelaçam,
se completam
Enquanto eu pacifico observador, me encanto.
E descubro, de repente, o sentido
de toda a vida,
de toda morte...
Terça-feira, Janeiro 05, 2010
Cançãozinha
Não vou mais cantar canções
com minha voz rouca e ferina
Não vou de novo acreditar
num olhar para guiar a minha vida
Não quero mais matar minha sede de você
Em tantos lábios que confundam meu prazer
Tudo que quero é sentir falta de você
E embriagada deste veneno vou viver
Você diz que é a mesma historia,
mas eu afirmo, são outros os meus versos
Do que falo agora?
Desta dor que trago
nesta vida breve
Deste amor que levo
nos meus lábios em febre
Se a dor chegar não vou fingir
Quero me entregar, quero ruir
Quero estar em chamas
Quero ascender...
Não vou mais cantar canções
Embriagada vou viver
Pois são outros os meus versos
Eles, estão em chamas
E meus lábios, em febre!
com minha voz rouca e ferina
Não vou de novo acreditar
num olhar para guiar a minha vida
Não quero mais matar minha sede de você
Em tantos lábios que confundam meu prazer
Tudo que quero é sentir falta de você
E embriagada deste veneno vou viver
Você diz que é a mesma historia,
mas eu afirmo, são outros os meus versos
Do que falo agora?
Desta dor que trago
nesta vida breve
Deste amor que levo
nos meus lábios em febre
Se a dor chegar não vou fingir
Quero me entregar, quero ruir
Quero estar em chamas
Quero ascender...
Não vou mais cantar canções
Embriagada vou viver
Pois são outros os meus versos
Eles, estão em chamas
E meus lábios, em febre!
À deusa da morte
“Ao deitar-me e estender as mãos
Roçando a alma da penumbra que nos envolve
sinto-me tocar na textura ressequida
e gélida de sua tez pálida...
Não há em minha alma qualquer repulsa,
não sobrevive em mim qualquer tipo de medo
ou qualquer espécie nauseante de angústia!
Sentir-te me acalma!
Sentir-te, próxima a mim, me faz adormecer...
Durante minha longa vida
Somente, teus esquálidos, braços
me ninaram...
Unicamente, tua voz fria e cortante,
me entorpeceu os sentidos
e fez – me adormecer.
Companheira cruel, desejo-te!
Como alguém poderia temê-la,
se és a única certeza que temos?
Uma solidão insana me inunda a alma...
Quando não a trago comigo
todos os sentidos e direções
se perdem no imenso vazio
que deixas...
Enquanto a luz do sol seca minhas lágrimas
E finjo sorrir abraçada ao dia
Espero a noite numa ânsia infinda
E nela, na escuridão silenciosa,
entrego-me a ti, ansiosa por teu êxtase!
Não posso explicar este fascínio que exerces em mim...”
Roçando a alma da penumbra que nos envolve
sinto-me tocar na textura ressequida
e gélida de sua tez pálida...
Não há em minha alma qualquer repulsa,
não sobrevive em mim qualquer tipo de medo
ou qualquer espécie nauseante de angústia!
Sentir-te me acalma!
Sentir-te, próxima a mim, me faz adormecer...
Durante minha longa vida
Somente, teus esquálidos, braços
me ninaram...
Unicamente, tua voz fria e cortante,
me entorpeceu os sentidos
e fez – me adormecer.
Companheira cruel, desejo-te!
Como alguém poderia temê-la,
se és a única certeza que temos?
Uma solidão insana me inunda a alma...
Quando não a trago comigo
todos os sentidos e direções
se perdem no imenso vazio
que deixas...
Enquanto a luz do sol seca minhas lágrimas
E finjo sorrir abraçada ao dia
Espero a noite numa ânsia infinda
E nela, na escuridão silenciosa,
entrego-me a ti, ansiosa por teu êxtase!
Não posso explicar este fascínio que exerces em mim...”
Quinta-feira, Junho 05, 2008
Atéia
peco contra ti deus social
através de minha gargalhada incontida
firo-te com meu desejo de vida
sangro-te o ego com minha paixão imedida
assexuadamente
me apaixono em um instante
incontavelmente.
bebo vinho leio poesia amo boemia…
não calo a boca e isto te põe louca
sociedade tribal
tua veste sacra cravada de ouro
não admite minha nudez espiritual
ou esta liberdade de chorar e rir
de pular do edificil
e voar dentro de mim
tomas como ofença pessoal,
e então acorrenta-me e fere-me
com suas correntes tecidas e torcidas
de intrigas que plantais no coração
de seus fiéis. bem,
eu te maldigo, deus social,
maldigo tua injustiça
teu pré-conceito,
maldigo a mim e ao inferno que me condeno
(e mesmo condenada, não lhe temo)
através de minha gargalhada incontida
firo-te com meu desejo de vida
sangro-te o ego com minha paixão imedida
assexuadamente
me apaixono em um instante
incontavelmente.
bebo vinho leio poesia amo boemia…
não calo a boca e isto te põe louca
sociedade tribal
tua veste sacra cravada de ouro
não admite minha nudez espiritual
ou esta liberdade de chorar e rir
de pular do edificil
e voar dentro de mim
tomas como ofença pessoal,
e então acorrenta-me e fere-me
com suas correntes tecidas e torcidas
de intrigas que plantais no coração
de seus fiéis. bem,
eu te maldigo, deus social,
maldigo tua injustiça
teu pré-conceito,
maldigo a mim e ao inferno que me condeno
(e mesmo condenada, não lhe temo)
Sexta-feira, Janeiro 19, 2007
Prato do dia: pizza
Diante do abundante banquete sentam-se os famintos.
Fartar-se da carne inda úmida de sangue e vinagre. Eis a gana dos obsoletos!
A guerra é bem mais violenta do que nossa mera passividade faz crer.
Dia a dia saturamos os sentimentos com a oleosidade pasmacenta de nossa cegueira.
Cuspimos ignorância perante a vida e nossas veias entopem-se das mentiras que os ouvidos acostumaram-se a ouvir.
Estamos entorpecidos pelo consumismo exacerbado:
Consumimos toneladas de placebos para anestesiar a fome, o vazio e a dor. Traçam-se os rótulos, nos frascos o mesmo conteúdo: vazio, camuflado, incerto.
E, no fundo, todos carregamos uma alma suicida dentro da mochila onde deveria haver um pára-quedas.
Então, nos esfacelamos sobre a mesa, nosso corpo dilacerado, inda quente é devorado com desejo enquanto se decide o futuro da Nação.Ao longe, ouvem-se seus arrotos.
Fartar-se da carne inda úmida de sangue e vinagre. Eis a gana dos obsoletos!
A guerra é bem mais violenta do que nossa mera passividade faz crer.
Dia a dia saturamos os sentimentos com a oleosidade pasmacenta de nossa cegueira.
Cuspimos ignorância perante a vida e nossas veias entopem-se das mentiras que os ouvidos acostumaram-se a ouvir.
Estamos entorpecidos pelo consumismo exacerbado:
Consumimos toneladas de placebos para anestesiar a fome, o vazio e a dor. Traçam-se os rótulos, nos frascos o mesmo conteúdo: vazio, camuflado, incerto.
E, no fundo, todos carregamos uma alma suicida dentro da mochila onde deveria haver um pára-quedas.
Então, nos esfacelamos sobre a mesa, nosso corpo dilacerado, inda quente é devorado com desejo enquanto se decide o futuro da Nação.Ao longe, ouvem-se seus arrotos.
Curriculo
Nome: Maria Ângela Piai
e-mail: angelpiai@yahoo.com.br
site: http://angelpiai.blogspot.com/
escolaridade: Ensino Médio em escola Pública
data de nascimento: 20 de agosto de 1976
- Publicação do livro “Infinito Eu, crônicas e poesias”, pela editora EME de Capivari- patrocinado pelo Movimento Capivari Solidário, sob a Presidência de Drº Waldemar Thomazzini. 1998.
- Classificação em terceiro lugar no 1º Concurso de Poesia da CNEC Capivari com a poesia “Homens do Campo”, publicada no livro homônimo ao concurso. 2001
- Classificação em terceiro lugar no 2º Concurso de Poesia da CNEC Capivari com a poesia “Trocadilhos de uma língua Insana”, publicada juntamente com a poesia “Ele homem, ela árvore” selecionada entre as melhores, no livro homônimo ao concurso. 2002
- Classificação em 2º lugar no Concurso de Poesia do Jornal de Poesia do Drº Arnaldo Niskie, tendo como Júri três membros da ABDL/RJ, com a poesia “Maria”. 2004
- Recebe homenagem especial na formatura da 3ª Turma de Letras da FACECAP, entregue pela formanda Camila Giacomini. 2005
- Integrante na Comissão Organizadora do 5º Concurso Regional e 1º Concurso Nacional de Poesia da CNEC Capivari. 2005.
- Classificação em 2º lugar no I Concurso Nacional de Poesia Bernadete Valadez de Rafard, com a poesia “Portão”.2006
- Organização, como Diretora, do 6º Concurso Regional e 2º Concurso Nacional de Poesia da CNEC Capivari.2006 (PORTARIA FACECAP 97/2006)
- Sites que divulgam meu trabalho:
http://angelpiai.blogspot.com/;
http://www.gargantadaserpente.com/;
http://www.revista.agulha.nom.br/poesia.html;
http://gavetadoautor.sites.uol.com.br/
e-mail: angelpiai@yahoo.com.br
site: http://angelpiai.blogspot.com/
escolaridade: Ensino Médio em escola Pública
data de nascimento: 20 de agosto de 1976
- Publicação do livro “Infinito Eu, crônicas e poesias”, pela editora EME de Capivari- patrocinado pelo Movimento Capivari Solidário, sob a Presidência de Drº Waldemar Thomazzini. 1998.
- Classificação em terceiro lugar no 1º Concurso de Poesia da CNEC Capivari com a poesia “Homens do Campo”, publicada no livro homônimo ao concurso. 2001
- Classificação em terceiro lugar no 2º Concurso de Poesia da CNEC Capivari com a poesia “Trocadilhos de uma língua Insana”, publicada juntamente com a poesia “Ele homem, ela árvore” selecionada entre as melhores, no livro homônimo ao concurso. 2002
- Classificação em 2º lugar no Concurso de Poesia do Jornal de Poesia do Drº Arnaldo Niskie, tendo como Júri três membros da ABDL/RJ, com a poesia “Maria”. 2004
- Recebe homenagem especial na formatura da 3ª Turma de Letras da FACECAP, entregue pela formanda Camila Giacomini. 2005
- Integrante na Comissão Organizadora do 5º Concurso Regional e 1º Concurso Nacional de Poesia da CNEC Capivari. 2005.
- Classificação em 2º lugar no I Concurso Nacional de Poesia Bernadete Valadez de Rafard, com a poesia “Portão”.2006
- Organização, como Diretora, do 6º Concurso Regional e 2º Concurso Nacional de Poesia da CNEC Capivari.2006 (PORTARIA FACECAP 97/2006)
- Sites que divulgam meu trabalho:
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http://www.revista.agulha.nom.br/poesia.html;
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